BIOCOMBUSTÍVEIS DO PINHÃO MANSO
A BIS desenvolve
projetos industriais para extração de óleo e outros co-produtos do
pinhão manso (jatropha curcas).
O empreendimento, em Novo Repartimento PA, é da COOPERCAU ALIMENTOS
& BIOENERGIA com seu parceiro estratégico BIOBRAS BIOCOMBUSTÍVEIS BRASILEIROS,
empresa subsidiária da espanhola BioPen Biocombustíveis Peninsulares,
e que prevê a produção de
250.000 toneladas por ano de óleo base para biodiesel.
A unidade faz parte de
um complexo destinado à integração de pequenos produtores rurais
através do cultivo consorciado com mandioca, milho, arroz, gergelim,
cártamo e crambe.
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CO-PRODUTOS DA JATROPHA
CURCAS
Os principais co-produtos da extração do óleo
da Jatropha Curcas (pinhão manso) são a torta e as cascas. A torta é um co-produto com alto
teor de proteina e amido, além de óleo residual resultante do processo de
extração.
No projeto
integrado, existem algumas alternativas para a utilização
dessa torta, sendo uma delas a ração animal.
A pesquisa é conduzida no sentido de isolar e retirar as
toxinas naturais, prejudiciais à alimentação animal e assim
adequar o farelo, resultante do processo de extração do
óleo, como componente de algum tipo de ração animal.
O farelo pode ser também aproveitado para uso como adubo ou
combustível nas caldeiras do próprio complexto industrial.
Quanto às cascas retiradas no processo, elas
servem como volumoso de compostagem de adubo orgânico ou
também como combustível das caldeiras.
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BIODIESEL DO
CRAMBE HOCHST ABYSSINICA
As unidades de extração do complexo COOPERCAU
BIOBRAS contam também com extratoras de óleo de Crambe
Abyssinica, uma oleaginosa da família Brassicaceae,
originária do Mediterrâneo e recentemente introduzida na
agricultura brasileira.
Com cerca de 35% em média de teor em óleo,
com participação neste de 60% em ácido erúcico, suas
propriedades o tornam uma excelente alternativa na
produção de biodiesel ou mesmo como componente de óleos
lubrificantes automotivos.
Na extração do óleo do Crambe resulta um
farelo altamente proteico, cerca de 45% de proteina bruta,
matéria prima adequada para composição de ração para
ruminantes.
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PRODUÇÃO
DE ÓLEOS DE GERGELIM E CÁRTAMO
Seguindo na mesma linha de empreendimento, COOPERCAU e BIOBRAS também
atuam na extração de
óleos de gergelim e cártamo para fins alimentícios. Será uma unidade integrada
que permitirá a produção alternada desses óleos.
Em razão de seu alto teor de proteina bruta,
cerca de 45% em base seca, o farelo resultante do processo
será aproveitado como componente para complemento de
biscoitos, bolachas ou outros industrializados
alimentícios. Além disso, pode também ter destinação
como componente de ração animal.
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FÁBRICA DE
AMIDO DE BATATA DOCE
Empresários do Recife consultam a BIS para
estudar a viabilidade técnico-econômica e desenvolver
estudos sobre uma fábrica de fécula de batata doce em
Pernambuco. A ideia é aproveitar as características do
solo da região para o plantio desse tubérculo.
Posteriormente, segundo os estudos iniciais,
poderá ser instalada anexa uma planta industrial para
produção de álcool da batata doce para fins
farmacêuticos ou para bebidas finas.
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